VOLTADO EXCLUSIVAMENTE PARA DIVULGAÇÃO DE ASSUNTOS RELACIONADOS AS QUESTÕES AMBIENTAIS NO BRASIL E NO MUNDO. É HORA DE TODOS PARTICIPAREM DESTA LUTA QUE VEM DESTRUINDO O PLANETA.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
PROJETOS DA SPVS SÃO INDICADOS COMO AÇÕES DE REDD
O Serviço Florestal Brasileiro, do Ministério do Meio Ambiente, apresentou o levantamento com a indicação das ações de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação (REDD) realizadas no Brasil. O programa Desmatamento Evitado e os Projetos de Ação Contra o Aquecimento Global, da Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS), foram dois dos projetos indicados. Ambos são os únicos programas listados que não se encontram na região amazônica. O Desmatamento Evitado tem atuação na região de Floresta Atlântica no Paraná. O programa abrange 2,5 mil hectares de áreas privadas adotadas por organizações da iniciativa privada. Os projetos de carbono, da SPVS, desenvolvidos no litoral paranaense também são apresentados como ações de REDD que têm gerado bons resultados, de acordo com o relatório do Serviço Florestal Brasileiro.
Fonte:SPVS
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
CRESCIMENTO URBANO E EXPORTAÇÕES AGRICOLAS: PRINCIPAIS CAUSA DO DESMATAMENTO
As duas principais causas do desmatamento nos países tropicais são o crescimento da população urbana e as exportações agrícolas, segundo um estudo publicado neste domingo (7) pela revista especializada Natura Geociência.
Muitas pessoas acreditam que é possível proteger as florestas reduzindo a população das áreas rurais e incentivando os moradores a não desmatarem.
Porém, segundo a equipe de pesquisadores comandada por Ruth Difíceis, da Universidade de Columbia, a urbanização é a maior responsável pelo desmatamento, ao provocar uma elevação do nível de vida marcada por um consumo maior de produtos agrícolas, sobretudo de origem animal.
“Nas próximas décadas, quase todo o crescimento demográfico se dará nas cidades, e não no campo, o que vai impulsionar a demanda de utilização das paisagens rurais para a produção agrícola comercial", destacaram os autores do estudo.
Os cientistas compararam indicadores econômicos e demográficos de 41 países da América Latina e da Ásia com dados sobre o desmatamento colhido por satélites entre 2000 e 2005.
Eles constataram que o recuo das florestas é maior nos lugares onde a urbanização cresce rapidamente e o comércio dos produtos agrícolas por habitante é alto.
As exportações agrícolas também impulsionam a demanda em terras cultiváveis, freqüentemente retiradas da floresta.
Ao contrário, não existe uma relação significativa entre crescimento da população rural, associado a um aumento local da demanda, e desmatamento.
Assim, as políticas atuais de combate ao desmatamento "não vão responder à principal causa do desmatamento", advertiram os pesquisadores.
A advertência foi emitida num momento em que os países ricos prometeram na Cúpula do Clima em Copenhague doar 10 bilhões de dólares em três anos aos países emergentes para combater o aquecimento global.
Grande parte desta verba deve ir para a proteção das florestas tropicais, importantes fontes de carbono cuja destruição acelera o aquecimento global.
Uma solução para Proteger as florestas pode ser melhorar o rendimento das superfícies já desmatadas, sugeriram os autores do estudo. (Fonte: Yahoo!)
Muitas pessoas acreditam que é possível proteger as florestas reduzindo a população das áreas rurais e incentivando os moradores a não desmatarem.
Porém, segundo a equipe de pesquisadores comandada por Ruth Difíceis, da Universidade de Columbia, a urbanização é a maior responsável pelo desmatamento, ao provocar uma elevação do nível de vida marcada por um consumo maior de produtos agrícolas, sobretudo de origem animal.
“Nas próximas décadas, quase todo o crescimento demográfico se dará nas cidades, e não no campo, o que vai impulsionar a demanda de utilização das paisagens rurais para a produção agrícola comercial", destacaram os autores do estudo.
Os cientistas compararam indicadores econômicos e demográficos de 41 países da América Latina e da Ásia com dados sobre o desmatamento colhido por satélites entre 2000 e 2005.
Eles constataram que o recuo das florestas é maior nos lugares onde a urbanização cresce rapidamente e o comércio dos produtos agrícolas por habitante é alto.
As exportações agrícolas também impulsionam a demanda em terras cultiváveis, freqüentemente retiradas da floresta.
Ao contrário, não existe uma relação significativa entre crescimento da população rural, associado a um aumento local da demanda, e desmatamento.
Assim, as políticas atuais de combate ao desmatamento "não vão responder à principal causa do desmatamento", advertiram os pesquisadores.
A advertência foi emitida num momento em que os países ricos prometeram na Cúpula do Clima em Copenhague doar 10 bilhões de dólares em três anos aos países emergentes para combater o aquecimento global.
Grande parte desta verba deve ir para a proteção das florestas tropicais, importantes fontes de carbono cuja destruição acelera o aquecimento global.
Uma solução para Proteger as florestas pode ser melhorar o rendimento das superfícies já desmatadas, sugeriram os autores do estudo. (Fonte: Yahoo!)
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
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