VOLTADO EXCLUSIVAMENTE PARA DIVULGAÇÃO DE ASSUNTOS RELACIONADOS AS QUESTÕES AMBIENTAIS NO BRASIL E NO MUNDO. É HORA DE TODOS PARTICIPAREM DESTA LUTA QUE VEM DESTRUINDO O PLANETA.
terça-feira, 15 de novembro de 2011
foto de CARLOS EDUARDO MATOS
G 1 AM15/11/2011 11h45 - Atualizado em 15/11/2011 12h01
Defeso quer garantir a reprodução de seis espécies de peixes amazônicos
Na lista os peixes pirapitinga, mapará, sardinha, matrinchã, pacu e aruanã.
Multa varia entre R$ 150 e R$ 30 mil.
Carlos Eduardo Matos
Do G1 AM.
O tambaqui é uma das espécies no período do defeso
(Foto: Dennis Barbosa/Globo Amazônia)
A partir desta terça-feira (15) está proibida a pesca e comercialização dos peixes amazônicos pirapitinga, mapará, sardinha, matrinchã, pacu e aruanã. O período de defeso, determinado pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), para permitir a reprodução destas espécies, vai até o dia 15 de março.
De acordo com o secretário de Aquicultura e Pesca do Amazonas, Geraldo Bernardino, o pescador que insistir na captura das espécies protegidas pelo defeso serão detidos, multados e ainda terão a mercadoria apreendida. A multa varia de R$ 150 a R$ 30 mil, conforme o volume da carga apreendida.
"O Batalhão da Polícia Militar (PM), junto com os órgãos de produção rural e de pesca, está montando estratégias para garantir a proteção do pescado em todo o território do Amazonas, para que no ano que vem, seja mantida a oferta em épocas autorizadas", explicou.
Segundo Bernardino, nas feiras, está permitido somente o pescado cultivado em viveiros. "É importante que o consumidor fique atento a isto, pois ele é o maior fiscalizador. Ele deve exigir do feirante o certificado de origem do produto", alertou.
O tambaqui, espécie mais apreciada na culinária amazônica, também está na época de defeso, desde o dia 1º até o dia 31 de março de 2012. Apenas a produção em viveiros está permitida em feiras e mercados no Amazonas.
Para denúncias, o Governo do Estado disponibilizou a Linha Verde: (92) 2123-6761 e 0800 61 8080.
FONTE : G1
Assinar:
Comentários (Atom)
