quarta-feira, 1 de outubro de 2014

O CERRADO

Agricultores do Cerrado desistem de plantar por causa da seca Agricultura Familiar 04.09.2014 Fonte: G1 Falta de chuva altera época de plantio e afeta formação das plantas. Globo Rural percorreu São Paulo, Minas Gerais, Goiás e o Distrito Federal. Céu azul, sem nuvem, solo rachado. O cenário no Cerrado é de sertão nordestino. O Cerrado engloba vários estados, pouco mais de dois milhões de quilômetros quadrados. Como parte dele está em uma região alta, o Planalto Central, é onde a água se acumula, pra depois escoar, contribuindo para a formação de oito das doze bacias hidrográficas do país. Atravessando a represa de Três Marias, no Rio São Francisco, chega-se a Morada Nova de Minas. Troncos e galhos não ficavam à mostra na região desde que o reservatório foi criado na década de 60. Em 2001, ano do apagão elétrico, a represa operou com 8,6% da capacidade. Nesta semana, o volume útil já chegou a 7,7%. “Nós temos uma estimativa pessimista quanto a questão da recuperação do lago de pelo menos três anos para o limite máximo dele, desde que o índices venham a ser de média a regular”, declara Eduardo Moreira, extensionista – Emater/MG. A região depende totalmente da irrigação: 60% das terras usadas na agricultura deixaram de ser cultivadas por causa da seca. A área da represa de Três Marias, passa pela propriedade do agricultor Renato Braga. Era dela que ele captava água para irrigação. “Está assim seca desde novembro do ano passado. Não consegui captar nada, nem com a balsa de captação do pivô”, afirma. A propriedade de Renato Braga tem 38 hectares. Ele colheu milho em novembro do ano passado. Com medo da falta d’água, preferiu nem se arriscar a plantar feijão. Parou o pivô e alugou a área, ainda com a palhada do milho, para o pastejo do gado do vizinho. Investe agora num cultivo de melancia irrigada, mas por gotejamento. “Pra manter a alimentação, a minha vida, optei por isso. Agora a lavoura está florando, ainda tem 60 dias de lavoura. Preciso dessa água em 60 dias ainda”, diz. O gerente de outra fazenda explica os custos de um pivô parado. “Tem um custo do investimento, porque foi investido no equipamento, bombeamento, preparo de solo, funcionário que depende dessa atividade, se não está faturando tem esses custos fixos. Os funcionários que estariam trabalhando estão sendo remanejados. Tem outras atividades na fazenda, então estamos conseguindo mantê-los por enquanto”, diz João Paulo de Souza, gerente da fazenda. Em uma propriedade no interior de São Paulo, há cinco meses as colheitadeiras estão nos canaviais, mas agora que os reflexos da seca estão evidentes. A cana está menor e com menos teor de açúcar. “quando tinha umidade favorável para a cultura, os colmos, a distância entre dois nós era bem maior. Com a estiagem houve a diminuição dos entrenós”, explica Altair Marchi, agrônomo. O agricultor Valter Souza tem 1.200 hectares de canaviais em Jaboticabal. A área plantada em abril não vingou até agora. “Eu perdi em torno de 18% da produção”, afirma. Os dados sobre a seca são coletados em 150 estações meteorológicas. As informações de todo o estado chegam a cada 20 minutos. “Dois terços do estado estão em situação grave ou extremamente grave pela falta de chuva. Na estação chuvosa, que vai de outubro a março, esse foi o ano mais seco em 124 anos”, alerta Orivaldo Brunini, Agrônomo – IAC. Outra cultura que sofreu muito com a seca foi a laranja. “Nós acréscimos que no final da colheita, o numero vai ser de 25 a 30% de quebra em decorrência do tamanho da fruta, do rendimento para o produtor”, declara Marco Antônio dos Santos, presidente da Câmara Setorial de Citricultura. O produtor Nivaldo Davoglio tem um pomar em Taquaritinga. Para salvar a safra ele resolveu aproveitar a água de um poço da propriedade e implantou um sistema de irrigação na área plantada com a laranja pêra. “Do jeito que esta a situação, se não irrigar, fica pra trás”, diz. Ter água é ter produção, ter renda. Por isso ela é artigo valioso e disputado. No município de Paracatu, em Minas Gerais, o rio Entre Ribeiros foi considerado área de conflito há cerca de 8 anos porque a quantidade de água utilizada na irrigação era maior do que a capacidade do rio. Então os agricultores foram obrigados a se organizar pra fazer um uso adequado. Os agricultores formaram condomínios, grupos de irrigantes que têm autorização pra retirar água de um mesmo rio. Enrique Gual, engenheiro agrícola, é o responsável desde 2007 por monitorar a vazão em doze pontos do rio Entre Ribeiros. Foi uma exigência do órgão ambiental pra que os agricultores continuassem a retirar água pra irrigação. “Agora a vazão está em 7 metros cúbicos por segundo. O normal seria 11. O mínimo é até 4 metros cúbicos por segundo, daí não pode mais retirar água”, explica. A régua que aponta o nível do rio, nesta época, deveria estar em 90 centímetros, mas aponta 69. Bem próximo dos 50, o nível mínimo pra garantir a irrigação. Por isso, os agricultores estão enfrentando restrições. “A gente vem reduzindo a época de plantio. O ano passado nós plantamos até 30 de junho, e esse ano até 30 de maio. A partir de 30 de maio ninguém mais plantou por isso estamos aí com estas áreas paradas, sem irrigação, deixando de produzir alimentos”, informa Luiz Noronha, presidente da Associação de Produtores do Entre Ribeiros. O condomínio tem 41 propriedades com três mil hectares irrigados. Mil estão parados. “Antigamente a gente irrigava no bico da botina, a gente fala aqui. A gente molhava e com o bico da botina ia ver se tinha molhado o suficiente”, conta Gilberto Appelt, agricultor. Appelt faz parte do condomínio. Ele diz que a tecnologia nas lavouras evoluiu muito. Hoje é possível monitorar a umidade do solo, o clima, e nem com tudo isso se podia prever uma seca como esta. “Nós íamos plantar feijão. A semente está no galpão, o adubo também. Já perdeu o poder germinativo, o vigor. É uma semente que está perdida”, diz. Norton Komagomi é agricultor do Paraná há 21 anos e nunca enfrentou tamanha restrição. “Já tivemos problemas, mas de não poder plantar é a primeira vez. Vão ser 90 mil reais que deixam de entrar”, avalia.

WWF-BRASIL E AS ELEIÇÕES 2014

O WWF-Brasil e as eleições 2014 A campanha eleitoral está nas ruas. O Brasil se prepara para mais uma experiência rumo à consolidação de sua democracia. E para isso precisamos todos assumir compromissos. Para o WWF-Brasil, o momento é de trazer os temas socioambientais para o debate eleitoral. Apresentamos aqui nossa colaboração, de forma propositiva, a partir da nossa experiência de 18 anos de trabalho com políticas e projetos de conservação e de uso sustentável dos recursos naturais no Brasil. São dois grandes compromissos que colocamos para os nossos futuros governantes: 1.Garantir água de qualidade, alimentos saudáveis e energia limpa e eficiente; 2.Proteger, recuperar e utilizar sabiamente as florestas e a biodiversidade, de forma a manter a sua riqueza e potencial econômico para futuras gerações. O WWF-Brasil espera contribuir com os programas de governo dos candidatos, apoiar sua escolha, como eleitor, no que diz respeito à conservação dos recursos naturais do nosso País, e elevar o nível do debate sobre as questões socioambientais postas hoje à sociedade brasileira. Contribua conosco divulgando essas propostas entre seus amigos, seus candidatos ou compartilhe nas redes sociais –faça com que o tema socioambiental esteja presente nestas eleições.

PERDA DA BIODIVERSIDADE

Relatório aponta perda de biodiversidade e aumento da Pegada Ecológica 30 Setembro 2014 | 0 Comments A biodiversidade está diminuindo rapidamente, enquanto a demanda da humanidade sobre a natureza é crescente e insustentável. Populações de espécies no mundo todo diminuíram 52% desde 1970. Precisamos de 1,5 planeta para satisfazer nossa demanda anual por recursos naturais. Esses são apenas alguns dos alertas feitos no Relatório Planeta Vivo 2014, lançado mundialmente hoje pela Rede WWF. Trata-se de uma importante publicação bienal que apresenta o cenário detalhado e atualizado da situação do meio ambiente em nosso planeta. A edição 2014, que traz um ranking por países e regiões, aponta ainda que a Pegada Ecológica – medida da demanda da humanidade sobre a natureza – continua a aumentar. A combinação de perda de biodiversidade e Pegada Ecológica insustentável ameaça os sistemas naturais e o bem-estar humano no mundo todo. Sabemos que os seres humanos dependem de alimentos, água doce e ar puro para sobreviver, independentemente da região do mundo onde vive. Os recursos naturais e os serviços ecossistêmicos fornecidos pelo planeta são fundamentais para a nossa sobrevivência. "Biodiversidade é uma parte fundamental dos sistemas que sustentam a vida no planeta e um termômetro para saber como estamos cuidando do planeta, que é a nossa única casa. Necessitamos urgentemente de uma ação global em todos os setores da sociedade para construir um futuro mais sustentável", afirma o diretor geral do WWF, Marco Lambertini. Em média, 83% das populações de peixes, aves, mamíferos, anfíbios e répteis foi extinta na América Latina nos últimos 40 anos. A diminuição da vida selvagem da região é maior do que o declínio global de 52% no mesmo período. "O Relatório Planeta Vivo traz dados e indicadores importantes para pautar ações e estratégias a nível global e também regional, como no caso da América Latina. Segundo a edição 2014, as maiores ameaças registradas para a biodiversidade são a perda e degradação do habitat natural, pesca predatória, caça e as mudanças climáticas. Todos esses são alvos considerados nas estratégias de conservação do WWF-Brasil. O nosso País tem um papel relevante em termos de biodiversidade para todo o mundo. Isso é, ao mesmo tempo, uma grande responsabilidade", diz a secretária geral do WWF-Brasil, Maria Cecília Wey de Brito. Caminhos para o futuro A Perspectiva One Planet do WWF, apresentada no Relatório, oferece soluções para um planeta vivo. O foco é proteger o capital natural, produzir de forma melhor, consumir de forma mais inteligente, redirecionar fluxos financeiros e compartilhar nossos recursos de forma mais equitativa. Tratam-se de escolhas melhores para gerenciar, usar e repartir os recursos naturais dentro dos limites do planeta. É uma saída para garantir segurança hídrica, alimentar e energética para todos. O WWF acredita que sabemos onde queremos chegar e como chegar. Agora precisamos nos mover.

GUIA DE ESPÉCIES

Tema: Guia de Espécies Página inicial > Feijoa, a nossa goiaba-da-serra 13/05/2014 A feijoa, também conhecida como goiaba-da-serra é natural do Sul do Brasil. De cor e sabor vistosos e exuberantes, flores e frutos são aproveitados. Butiá, garantia de sabor e diversão 08/04/2014 Quando começa a época de frutificação do butiá, uma palmeira nativa do Brasil, a floresta ganha cor e enche os olhos dos pássaros e da população, que adoram apreciar o sabor adocicado de seus frutos e suas castanhas. imageLeia mais Grumixama, a surpresa de Natal da Mata Atlântica 23/12/2013 No Natal da Apremavi não faltam frutas nativas da Mata Atlântica, colhidas no Jardim das Florestas. Uma boa surpresa é a grumixama. imageLeia mais Guabiroba, um gostinho inconfundível 27/05/2013 A guabirobeira é uma árvore generosa que produz frutos comestíveis de gostinho inconfundível. É muito utilizada nos plantios de restauração da Mata Atlântica, especialmente as matas ciliares. imageLeia mais Paineira-rosa, uma beleza singular 06/10/2010 A Paineira-rosa é uma árvore grande, muito usada na recuperação de áreas degradadas e para paisagismo. Sua floração é intensa e ocorre no verão e outono. imageLeia mais

sábado, 16 de agosto de 2014

PRÊMIO FATMA DE JORNALISMO

Você esta aqui: HOME  SALA DE IMPRENSA  7º PRÊMIO FATMA DE JORNALISMO 7º Prêmio Fatma de Jornalismo REGULAMENTO Prêmio FATMA de Jornalismo Ambiental 2014 O Prêmio FATMA de Jornalismo Ambiental tem o objetivo de valorizar reportagens que abordem temas sobre a importância da preservação do meio ambiente ou exemplos de cases que melhoraram o meio ambiente por meio de ações de desenvolvimento sustentável. Art. 1º - DO OBJETIVO - O Prêmio FATMA de Jornalismo Ambiental é uma promoção da Fundação do Meio Ambiente, com patrocínio da Tractebel Energia e com apoio da Associação Catarinense de Imprensa (ACI), Associação dos Diários do Interior (ADI), Associação dos Jornais do Interior (Adjori), Associação Catarinense das Emissoras de Rádio e TV (Acaert) e Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Santa Catarina, que visa o reconhecimento das contribuições de jornalistas e veículos de comunicação social na divulgação de assuntos referentes à preservação ambiental e ao desenvolvimento sustentável. Art. 2º - DAS CATEGORIAS - Serão premiados trabalhos de reportagem veiculados entre 30 de setembro de 2013 e 14 de novembro de 2014, individual ou coletivamente, por jornalistas profissionais registrados no Ministério do Trabalho, nas seguintes categorias: - Mídia impressa (jornal/revista) Você esta aqui: HOME  SALA DE IMPRENSA  7º PRÊMIO FATMA DE JORNALISMO 7º Prêmio Fatma de Jornalismo REGULAMENTO Prêmio FATMA de Jornalismo Ambiental 2014 O Prêmio FATMA de Jornalismo Ambiental tem o objetivo de valorizar reportagens que abordem temas sobre a importância da preservação do meio ambiente ou exemplos de cases que melhoraram o meio ambiente por meio de ações de desenvolvimento sustentável. Art. 1º - DO OBJETIVO - O Prêmio FATMA de Jornalismo Ambiental é uma promoção da Fundação do Meio Ambiente, com patrocínio da Tractebel Energia e com apoio da Associação Catarinense de Imprensa (ACI), Associação dos Diários do Interior (ADI), Associação dos Jornais do Interior (Adjori), Associação Catarinense das Emissoras de Rádio e TV (Acaert) e Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Santa Catarina, que visa o reconhecimento das contribuições de jornalistas e veículos de comunicação social na divulgação de assuntos referentes à preservação ambiental e ao desenvolvimento sustentável. Art. 2º - DAS CATEGORIAS - Serão premiados trabalhos de reportagem veiculados entre 30 de setembro de 2013 e 14 de novembro de 2014, individual ou coletivamente, por jornalistas profissionais registrados no Ministério do Trabalho, nas seguintes categorias: - Mídia impressa (jornal/revista) Você esta aqui: HOME  SALA DE IMPRENSA  7º PRÊMIO FATMA DE JORNALISMO 7º Prêmio Fatma de Jornalismo REGULAMENTO Prêmio FATMA de Jornalismo Ambiental 2014 O Prêmio FATMA de Jornalismo Ambiental tem o objetivo de valorizar reportagens que abordem temas sobre a importância da preservação do meio ambiente ou exemplos de cases que melhoraram o meio ambiente por meio de ações de desenvolvimento sustentável. Art. 1º - DO OBJETIVO - O Prêmio FATMA de Jornalismo Ambiental é uma promoção da Fundação do Meio Ambiente, com patrocínio da Tractebel Energia e com apoio da Associação Catarinense de Imprensa (ACI), Associação dos Diários do Interior (ADI), Associação dos Jornais do Interior (Adjori), Associação Catarinense das Emissoras de Rádio e TV (Acaert) e Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Santa Catarina, que visa o reconhecimento das contribuições de jornalistas e veículos de comunicação social na divulgação de assuntos referentes à preservação ambiental e ao desenvolvimento sustentável. Art. 2º - DAS CATEGORIAS - Serão premiados trabalhos de reportagem veiculados entre 30 de setembro de 2013 e 14 de novembro de 2014, individual ou coletivamente, por jornalistas profissionais registrados no Ministério do Trabalho, nas seguintes categorias: - Mídia impressa (jornal/revista) Você esta aqui: HOME  SALA DE IMPRENSA  7º PRÊMIO FATMA DE JORNALISMO 7º Prêmio Fatma de Jornalismo REGULAMENTO Prêmio FATMA de Jornalismo Ambiental 2014 O Prêmio FATMA de Jornalismo Ambiental tem o objetivo de valorizar reportagens que abordem temas sobre a importância da preservação do meio ambiente ou exemplos de cases que melhoraram o meio ambiente por meio de ações de desenvolvimento sustentável. Art. 1º - DO OBJETIVO - O Prêmio FATMA de Jornalismo Ambiental é uma promoção da Fundação do Meio Ambiente, com patrocínio da Tractebel Energia e com apoio da Associação Catarinense de Imprensa (ACI), Associação dos Diários do Interior (ADI), Associação dos Jornais do Interior (Adjori), Associação Catarinense das Emissoras de Rádio e TV (Acaert) e Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Santa Catarina, que visa o reconhecimento das contribuições de jornalistas e veículos de comunicação social na divulgação de assuntos referentes à preservação ambiental e ao desenvolvimento sustentável. Art. 2º - DAS CATEGORIAS - Serão premiados trabalhos de reportagem veiculados entre 30 de setembro de 2013 e 14 de novembro de 2014, individual ou coletivamente, por jornalistas profissionais registrados no Ministério do Trabalho, nas seguintes categorias: - Mídia impressa (jornal/revista) Você esta aqui: HOME  SALA DE IMPRENSA  7º PRÊMIO FATMA DE JORNALISMO 7º Prêmio Fatma de Jornalismo REGULAMENTO Prêmio FATMA de Jornalismo Ambiental 2014 O Prêmio FATMA de Jornalismo Ambiental tem o objetivo de valorizar reportagens que abordem temas sobre a importância da preservação do meio ambiente ou exemplos de cases que melhoraram o meio ambiente por meio de ações de desenvolvimento sustentável. Art. 1º - DO OBJETIVO - O Prêmio FATMA de Jornalismo Ambiental é uma promoção da Fundação do Meio Ambiente, com patrocínio da Tractebel Energia e com apoio da Associação Catarinense de Imprensa (ACI), Associação dos Diários do Interior (ADI), Associação dos Jornais do Interior (Adjori), Associação Catarinense das Emissoras de Rádio e TV (Acaert) e Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Santa Catarina, que visa o reconhecimento das contribuições de jornalistas e veículos de comunicação social na divulgação de assuntos referentes à preservação ambiental e ao desenvolvimento sustentável. Art. 2º - DAS CATEGORIAS - Serão premiados trabalhos de reportagem veiculados entre 30 de setembro de 2013 e 14 de novembro de 2014, individual ou coletivamente, por jornalistas profissionais registrados no Ministério do Trabalho, nas seguintes categorias: - Mídia impressa (jornal/revista)

FLORESTA AMAZÔNICA

O GRANDE DESAFIO DAS CIDADES

Desafio das Cidades da Hora do Planeta: indo além do apagar das luzes! 1 0 New 11 Agosto 2014 | 0 Comments Metade da população mundial vive em cidades responsáveis por gerar 70% das emissões de CO² no planeta. No caso da América Latina, cerca de 80% das pessoas já vivem em cidades. Para que o planeta sofra o mínimo de impacto possível, o crescimento urbano deve ser acompanhado por investimentos em infraestrutura sustentável, além de mudanças nos padrões de consumo e transporte. Para colaborar nesse processo, o WWF-Brasil em parceria com o ICLEI - Governos Locais pela Sustentabilidade anunciam o lançamento da segunda edição nacional do Desafio das Cidades da Hora do Planeta (ciclo 2014-2015). Estão convidadas a participar cidades brasileiras que proponham soluções energéticas inovadoras e planos de mitigação das mudanças climáticas. Trata-se de uma iniciativa concebida pela Rede WWF para homenagear as cidades que estão se tornando lugares mais verdes, de vida mais saudável e sustentável. O objetivo é reconhecer os esforços para o desenvolvimento de baixo carbono. Os vencedores são escolhidos pelas estratégias e ações para a transição energética a fontes renováveis, redução das emissões de gases de efeito estufa e adaptação às mudanças climáticas. No total, 18 países vão participar promovendo estratégias de eficiência energética e desenvolvimento resiliente e de baixo carbono em setores como transportes, habitação, iluminação pública, resíduos e alimentação. Essa será a segunda vez que o Brasil participa da iniciativa – Belo Horizonte foi a ganhadora da edição 2013-2014 (São Paulo e Rio de Janeiro foram as outras duas finalistas). A cidade escolhida ganha o posto de Capital Nacional da Hora do Planeta no Brasil e participa de uma seleção global a ser realizada em março de 2015, na Cidade do Cabo (África do Sul), onde os participantes terão a oportunidade de trocar experiências e histórias de sucesso em sustentabilidade urbana com outras entidades. “O Desafio das Cidades foi criado como uma forma de valorizar o trabalho das cidades que tomam medidas rumo a um futuro mais sustentável para as pessoas e para o meio ambiente. O ideal é balancearmos a qualidade de vida dos cidadãos com respeito aos limites do planeta. Por meio de bons exemplos, queremos inspirar cada vez mais cidades no Brasil e em todo o mundo”, afirma a Secretária-Geral do WWF-Brasil, Maria Cecilia Wey de Brito. As cidades brasileiras interessadas em participar devem registrar seus compromissos na plataforma do Registro Climático de Cidades Carbonn (cCCR), gerenciada pelo ICLEI, até o dia 5 de setembro. Mais informações sobre como se inscrever na página oficial do Desafio das Cidades. "As iniciativas de eficiência energética nas cidades não podem ser ações isoladas. Elas devem ser parte de um projeto abrangente, de um plano de desenvolvimento de baixo carbono, e devem ser compartilhadas com outras cidades para incentivar o uso da energia de forma sustentável”, disse Jussara de Lima Carvalho, Secretária-Executiva do ICLEI – Secretariado para América do Sul. Para fomentar a capacitação, será oferecido um treinamento no dia 26 de agosto, em Brasília, onde serão abordados os passos para o desenvolvimento urbano de baixo carbono, como identificar as ações em andamento que contribuem para isso e por que e como relatar de forma transparente o que a cidade está fazendo. Como funciona o Desafio das Cidades? Cidades de todo o mundo são convidadas a comunicar dados relevantes, planos e ações por meio de uma plataforma de relatoria de ações climáticas locais reconhecida internacionalmente. O júri internacional, composto por renomados especialistas, irá avaliar planos de desenvolvimento para os sistemas de construção, transportes, energia e demais soluções para uma cidade mais verde, mais limpa e melhor qualidade de vida para os moradores. No ano passado, 163 cidades de 14 países do mundo participaram com compromissos e ações contra o aquecimento global. O júri selecionou 14 capitais nacionais da Hora do Planeta (veja a lista completa aqui). A capital global, Cidade do Cabo, destacou-se por uma estratégia climática abrangente que une temas como alimentos, energia e acesso à água potável. Já a representante brasileira, Belo Horizonte, foi reconhecida por apresentar uma estratégia de baixo carbono integrada, guiada por uma visão forte e construída através de ações concretas. O Desafio das Cidades da Hora do Planeta começou na Suécia, em 2011, a fim de reconhecer as cidades que realizam esforços de longo prazo para combater o aquecimento global. Sobre o WWF-Brasil O WWF-Brasil é uma organização não governamental dedicada à conservação do meio ambiente com a missão de harmonizar a atividade humana com a conservação da biodiversidade e promover o uso racional dos recursos naturais em benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações. Criada em 1996, a instituição desenvolve projetos em todo o país e integra a Rede WWF, a maior rede independente de conservação da natureza do mundo, com atuação em mais de 100 países e o apoio de aproximadamente 5 milhões de pessoas, incluindo associados e voluntários. Sobre o ICLEI-Governos Locais pela Sustentabilidade O ICLEI é a principal associação mundial de governos locais dedicados ao desenvolvimento sustentável. O ICLEI promove ação local para a sustentabilidade global e apoia cidades a se tornarem sustentáveis, resilientes, eficientes no uso de recursos, biodiversas, de baixo carbono; a construírem infraestrutura inteligente e a desenvolverem uma economia urbana verde e inclusiva com o objetivo final de alcançar comunidades felizes e saudáveis. A missão do ICLEI é construir e servir um movimento mundial de governos locais para alcançar melhoras tangíveis na sustentabilidade global, com especial atenção às condições ambientais, através de ações cumulativas. Para saber mais visite o site oficial da instituição. Informações para a Imprensa Patricia Ribeiro de Andrade 11.3074-4745 / patriciaribeiro@wwf.org.br Bruno Moraes 61.3364-7404 / brunomoraes@wwf.org.br © WWF-Brasil Enlarge . . Comentários

quarta-feira, 21 de maio de 2014

05 DE JUNHO DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE

BOM DIA 05 JUNHO DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE TEMOS UMA LUTA MUITO GRANDE PELA FRENTE DEVIDO A POUCA IMPORTANCIA QUE ALGUNS EMPRESARIOS TEM DADO PARA OS PROBLEMAS DO PLANETA MAS NÃO PODEMOS PARAR DE LUTAR DE TODAS AS FORMAS PARA CADA VEZ MAIS PESSOAS SE UNAM NESTA GRANDE BATALHA. MARCO AURÉLIO