Pelo segundo ano consecutivo a Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) marcou presença no “Viva a Mata – mostra de iniciativas e projetos em prol da Mata Atlântica”, um evento de amplitude nacional que aconteceu entre os dias 20 e 22 de maio, no Parque Ibirapuera, em São Paulo (SP).
Na sua sétima edição, o evento contou com uma programação repleta de atividades para conscientizar a sociedade sobre a importância da conservação do meio ambiente, mobilizou a população sobre a importância das leis ambientais, celebrou o Dia Nacional da Mata Atlântica (27 de maio) e comemorou o 25º aniversário da Fundação SOS Mata Atlântica, organizadora do evento.
Instituições que trabalham em prol da conservação da Mata Atlântica e sua biodiversidade mostraram seus projetos ao longo de 20 estandes temáticos relacionados com a Mata Atlântica.
A Apremavi que teve seu trabalho exposto no estande Fauna e Flora e por meio de uma oficina de educação ambiental na qual foi utilizado um jogo de tabuleiro gigante, recebeu a visita de estudantes e professores de escolas locais, representantes de entidades ambientalistas presentes no evento e demais cidadãos envolvidos na luta pela preservação das florestas.
“Fique Legal”, um jogo de tabuleiro em tamanho gigante (42m²) onde os participantes podem ser os pinos, é um dos materiais do projeto “Planejando Propriedades e Paisagens”. Sua animação no evento foi coordenada pela associada da Apremavi, Carolina C. Schäffer, que passou aos outros jovens não somente as instruções de como se movimentar e se divertir no tabuleiro, mas também conceitos sobre como preservar a Mata Atlântica e como tornar uma propriedade mais agradável de se viver, cumprindo a legislação ambiental.
Além disso, foram distribuídos exemplares menores do jogo “Fique Legal” para todos os professores e alunos das escolas locais que visitaram o evento.
Manifestação contra novo Código Florestal
No dia 22 de maio, último dia do “Viva a Mata”, cerca de 1.500 pessoas se reuniram no Monumento às Bandeiras, próximo ao Parque do Ibirapuera, para protestar contra as alterações no Código Florestal propostas pelo deputado Aldo Rebelo (PCdoB – SP).
Mario Mantovani, diretor de Políticas Públicas da SOS Mata Atlântica, coordenou a manifestação e declarou: “Não somos contra a alteração da legislação. Somos a favor das mudanças no código desde que seja de forma democrática e participativa, e não um golpe como o que está sendo montado por alguns grupos de interesse.”
A ex-senadora Marina Silva (PV) também esteve no local e em seu discurso afirmou “A agricultura brasileira precisa de incentivo, pagamento por serviços ambientais, financiamento para as novas práticas e aumento de produção por ganho de produtividade e não por derrubar as nossas florestas.”
Manifestaram sua opinião sobre o projeto do deputado Aldo Rebelo o ex-deputado federal Fábio Feldmann (PV), além dos deputados federais Ricardo Tripoli (PSDB), Paulinho Teixeira (PT), Ivan Valente (PSOL) e Alfredo Sirkis (PV), entre outros nomes.
POR: CAROLINA SCHAFFER
VOLTADO EXCLUSIVAMENTE PARA DIVULGAÇÃO DE ASSUNTOS RELACIONADOS AS QUESTÕES AMBIENTAIS NO BRASIL E NO MUNDO. É HORA DE TODOS PARTICIPAREM DESTA LUTA QUE VEM DESTRUINDO O PLANETA.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
SEMANA NACIONAL DA MATA ATLÁNTICA
25 Maio 2011
© WWF-Brasil/ Instituto Ekos Brasil/ Maurício Forlani
Vista aérea de Bertioga, São Paulo, Brasil. (Mata Atlântica - Diagnóstico Sócio-ambiental parágrafo CRIAÇÃO de Unidades de Conservação Polígono Bertioga).
Neste ano, a Semana Nacional da Mata Atlântica será realizado em Curitiba, nos dias 25 a 27 de maio. O objetivo do evento é apresentar e divulgar medidas que estão sendo adotadas para assegurar a manutenção, conservação e recuperação da Mata Atlântica, celebrar o Ano Internacional das Florestas, os 20 anos da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica e os 40 anos do Programa MAB/UNESCO.
O evento vai reunir representantes dos governos estadual e federal, integrantes da Reserva da Biosfera, instituições de ensino de ensino e pesquisa, técnicos, estudantes,empresários, gestores de unidades de conservação públicas, representantes da Rede de ONGs da Mata Atlântica (RMA), entre outros.
O WWF-Brasil será representado pela coordenadora do Programa Mata Atlântica, Maria Cecilia Wey de Brito, que vai falar sobre o processo de criação do Parque Estadual de Bertioga, em São Paulo, e sobre a conservação e recuperação do ecossistema. "O WWF-Brasil participou ativamente desta construção, com estudos como o Diagnóstico para Criação de Unidades de Conservação - Polígono Bertioga e com a aplicação do Planejamento Sistemático da Conservação na ecorregião, apontando áreas insubstituíveis, com participação em audiência públicas, e divulgação do processo de construção das propostas que levaram à criação desta UC no litoral paulista", comenta Maria Cecília.
Mata Atlântica em Jogo
E para comemorar o Dia da Mata Atlântica (27/05), o WWF-Brasil criou um jogo educativo e bem humorado sobre o bioma, um dos recordistas em número de animais e plantas no planeta. “Mata Atlântica em Jogo” pretende despertar em cada brasileiro a curiosidade em conhecer, respeitar e preservar esse essa biodiversidade.
O aplicativo para internet traz uma série de perguntas e várias opções de respostas. Vídeos, sons, fotos e curiosidades sobre a Mata Atlântica trazem o máximo da sensação de diversidade e realidade encontradas na Mata Atlântica.O objetivo é fazer com que o internauta possa se divertir e aprender. A cada acesso, dez questões são sorteadas aleatoriamente. O resultado revela o conhecimento do jogador, transformando a porcentagem de acertos em quantidade de mata preservada que existe no coração decada um.
O jogo é voltado para jovens e adultos, mas pode ser também uma ótima oportunidade para pais e mães apresentarem a Mata Atlântica para as crianças.
Para jogar, acesse mataatlantica.wwf.org.br/mataemjogo/.
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VEJA QUEM VOTOU CONTRA OU A FAVOR DAS ALTERAÇÕES NO CODIGO FLORESTAL
25 Maio 2011
© Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr
Brasília - Plenário da Câmara dos Deputados durante sessão extraordinária destinada a votação do projeto de lei do novo Código Florestal
A Câmara dos Deputados votou a favor das alterações no Código Florestal. O Projeto de Lei 1876/99 foi aprovado por 410 votos contra 63 e uma abstenção. Na tarde desta terça-feira, recebemos inúmeras mensagens através de nossas mídias sociais se manifestando contra às alterações.
Temos aproximadamente 206 mil seguidores nas redes sociais. A conservação ambiental deve estar acima dos interesses de deputados que promovem um modelo retrógrado de desenvolvimento. O Brasil precisa olhar para o futuro e ser o líder de uma economia verde, baseada no desenvolvimento sustentável, com uma agricultura responsável e sem "correntão" em matas nativas.
Veja na lista abaixo se os políticos que elegemos votaram contra ou a favor das mudanças no Código Florestal. Escreva aos seus deputados e manifeste sua opinião. E guarde esses nomes para os responsabilizarmos pelo futuro de nossas florestas e os impactos ambientais.
Clique aqui para ver o voto de cada um dos deputados
segunda-feira, 23 de maio de 2011
EX- MINISTROS CONTRA O TEXTO DE ALDO REBELO
Ex-ministros do meio ambiente pedem NÃO ao texto de Aldo Rebelo
23 Maio 2011
© WWF-Brasil/Bruno Taitson
O futuro das florestas brasileiras está nas mãos dos deputados federais, que precisam votar uma legislação que não promova o desmatamento© WWF-Brasil/Bruno Taitson
O grupo de ex-ministros de diferentes governos, partidos e correntes políticas se reuniu para pedir a não-aprovação do texto de Aldo RebeloPor Bruno Taitson
O público presente no plenário 8 da Câmara dos Deputados assistiu a um momento histórico nesta segunda-feira (23/05). Dez ex-ministros do Meio Ambiente, que foram titulares da pasta entre 1973 e 2010, manifestaram extrema preocupação diante da possibilidade de se aprovar o substitutivo apresentado pelo deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), que poderá ser votado na Câmara esta semana. “A aprovação seria um suicídio adiado em nome de ganhos de curto prazo. Não se pode votar de maneira açodada algo com implicações tão graves para o futuro do Brasil”, afirmou Rubens Ricúpero, ministro do Meio Ambiente no governo Itamar Franco no período 1993-1994.
Os ex-ministros foram unânimes ao salientar a nocividade do texto que tramita na Casa e em defender que a votação do projeto seja adiada, para dar à sociedade brasileira uma chance de discutir de forma ampla a questão. “O substitutivo de Aldo Rebelo é tão ruim que conseguiu reunir ministros do Meio Ambiente de épocas tão diferentes e de distintas correntes políticas para pedir que o texto não seja aprovado”, resumiu Carlos Alberto de Mattos Scaramuzza, superintendente de conservação do WWF-Brasil.
Para a secretária-geral do WWF-Brasil, Denise Hamú, a iniciativa dos ex-ministros demonstra a gravidade do impacto das mudanças propostas. "É mais um passo e uma demonstração de que a proposta de alteração do Código Florestal deve ser revista com cautela e com olhar no futuro, para que o Brasil possa se tornar uma verdadeira liderança ambiental. Da forma como está proposto, o texto é uma ameaça", afirmou.
A ex-ministra Marina Silva (governo Lula) destacou que não gostaria que fosse preciso pressionar a presidente Dilma Rousseff para vetar o projeto caso seja aprovado, e sim contribuir para que a chefe do Executivo aprove uma política florestal que ajude a proteger as florestas e dê condições adequadas para a produção agrícola.
“O desmatamento aumentou mais de 400% na Amazônia nas últimas semanas exatamente por causa da perspectiva de perdão das dívidas e de permissão de atividades incompatíveis com a conservação em áreas de preservação permanente geradas pelo substitutivo”, avaliou Marina Silva, em referência ao substancial aumento dos desmates em áreas de fronteira agrícola na Amazônia entre março e abril deste ano, anunciado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
O ex-ministro José Carlos de Carvalho (governo FHC) criticou o texto defendido pelos ruralistas, destacando ser muito mais um substitutivo que versa sobre o uso da terra do que uma política para florestas, como deveria ser um Código Florestal. “É preciso ter em mente que estamos discutindo uma legislação inter-geracional. Não se trata apenas de uma política de governo, e sim de uma política de Estado”, avaliou.
Carlos Minc, ministro durante o governo Lula, expressou que o substitutivo contém tantas excepcionalidades que dificultam sua aplicação e que por isso a proteção de florestas acabou se transformando em exceção no texto. “A aprovação seria um enorme retrocesso que destruiria a autoridade moral do Brasil em questões ambientais pouco tempo antes da conferência Rio + 20”, avaliou Minc.
Outro ministro que se manifestou foi Sarney Filho (governo FHC), atualmente deputado federal (PV-MA), no sentido de condenar a anistia de desmatamentos ilegais feitos por grandes proprietários e a possibilidade de novos desmatamentos, aberta pelo substitutivo. “Esse novo código é perverso. Os ruralistas estão buscando atender às aspirações dos setores nocivos do agronegócio, prejudicando os interesses da sociedade brasileira”, destacou. Sarney Filho expôs a necessidade de a sociedade brasileira se envolver mais com o tema, pressionando deputados a rejeitarem as mudanças.
Paulo Nogueira Neto, titular da Secretaria Especial do Meio Ambiente entre 1973 e 1985 e presidente emérito do Conselho Diretor do WWF-Brasil, lembrou que a legislação deve levar em conta o grave problema do aquecimento global. “O conhecimento técnico e profissional existe e precisa ser posto em prática”, analisou o também professor titular aposentado de Ecologia da USP, hoje com 89 anos.
A fragilização de reserva legal e áreas de proteção permanente (APPs), a anistia aos desmatamentos ilegais cometidos até julho de 2008, a redução dos poderes do Conama e a suspensão das restrições de crédito para desmatadores, entre outros aspectos, são os principais pontos de críticas dos ex-ministros do Meio Ambiente ao substitutivo.
Eles anunciaram, para esta segunda, reuniões com os presidentes do Senado e da Câmara, José Sarney e Marco Maia, e nesta terça-feira (24/5), com a presidente Dilma Rousseff. Será entregue carta pedindo o adiamento da votação das mudanças no Código Florestal e a discussão de um texto com base na ciência, que contemple os interesses da sociedade e não atenda apenas às vontades dos grandes proprietários de terra, como ocorre no atual substitutivo apresentado por Aldo Rebelo.
Assinaram a carta os seguintes ex-ministros: Carlos Minc (2008-2010), Marina Silva (2003-2008), José Carlos Carvalho (2002-2003), José Sarney Filho (1999-2002), Gustavo Krause (1995-1999), Henrique Brandão Cavalcanti (1994-1995), Rubens Ricupero (1993-1994), Fernando Coutinho Jorge (1992-1993), José Goldemberg (1992) e Paulo Nogueira Neto (1973-1985). Gustavo Krause e José Goldemberg não puderam comparecer à reunião desta segunda-feira (23/5) na Câmara dos Deputados.
O público presente no plenário 8 da Câmara dos Deputados assistiu a um momento histórico nesta segunda-feira (23/05). Dez ex-ministros do Meio Ambiente, que foram titulares da pasta entre 1973 e 2010, manifestaram extrema preocupação diante da possibilidade de se aprovar o substitutivo apresentado pelo deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), que poderá ser votado na Câmara esta semana. “A aprovação seria um suicídio adiado em nome de ganhos de curto prazo. Não se pode votar de maneira açodada algo com implicações tão graves para o futuro do Brasil”, afirmou Rubens Ricúpero, ministro do Meio Ambiente no governo Itamar Franco no período 1993-1994.
Os ex-ministros foram unânimes ao salientar a nocividade do texto que tramita na Casa e em defender que a votação do projeto seja adiada, para dar à sociedade brasileira uma chance de discutir de forma ampla a questão. “O substitutivo de Aldo Rebelo é tão ruim que conseguiu reunir ministros do Meio Ambiente de épocas tão diferentes e de distintas correntes políticas para pedir que o texto não seja aprovado”, resumiu Carlos Alberto de Mattos Scaramuzza, superintendente de conservação do WWF-Brasil.
Para a secretária-geral do WWF-Brasil, Denise Hamú, a iniciativa dos ex-ministros demonstra a gravidade do impacto das mudanças propostas. "É mais um passo e uma demonstração de que a proposta de alteração do Código Florestal deve ser revista com cautela e com olhar no futuro, para que o Brasil possa se tornar uma verdadeira liderança ambiental. Da forma como está proposto, o texto é uma ameaça", afirmou.
A ex-ministra Marina Silva (governo Lula) destacou que não gostaria que fosse preciso pressionar a presidente Dilma Rousseff para vetar o projeto caso seja aprovado, e sim contribuir para que a chefe do Executivo aprove uma política florestal que ajude a proteger as florestas e dê condições adequadas para a produção agrícola.
“O desmatamento aumentou mais de 400% na Amazônia nas últimas semanas exatamente por causa da perspectiva de perdão das dívidas e de permissão de atividades incompatíveis com a conservação em áreas de preservação permanente geradas pelo substitutivo”, avaliou Marina Silva, em referência ao substancial aumento dos desmates em áreas de fronteira agrícola na Amazônia entre março e abril deste ano, anunciado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
O ex-ministro José Carlos de Carvalho (governo FHC) criticou o texto defendido pelos ruralistas, destacando ser muito mais um substitutivo que versa sobre o uso da terra do que uma política para florestas, como deveria ser um Código Florestal. “É preciso ter em mente que estamos discutindo uma legislação inter-geracional. Não se trata apenas de uma política de governo, e sim de uma política de Estado”, avaliou.
Carlos Minc, ministro durante o governo Lula, expressou que o substitutivo contém tantas excepcionalidades que dificultam sua aplicação e que por isso a proteção de florestas acabou se transformando em exceção no texto. “A aprovação seria um enorme retrocesso que destruiria a autoridade moral do Brasil em questões ambientais pouco tempo antes da conferência Rio + 20”, avaliou Minc.
Outro ministro que se manifestou foi Sarney Filho (governo FHC), atualmente deputado federal (PV-MA), no sentido de condenar a anistia de desmatamentos ilegais feitos por grandes proprietários e a possibilidade de novos desmatamentos, aberta pelo substitutivo. “Esse novo código é perverso. Os ruralistas estão buscando atender às aspirações dos setores nocivos do agronegócio, prejudicando os interesses da sociedade brasileira”, destacou. Sarney Filho expôs a necessidade de a sociedade brasileira se envolver mais com o tema, pressionando deputados a rejeitarem as mudanças.
Paulo Nogueira Neto, titular da Secretaria Especial do Meio Ambiente entre 1973 e 1985 e presidente emérito do Conselho Diretor do WWF-Brasil, lembrou que a legislação deve levar em conta o grave problema do aquecimento global. “O conhecimento técnico e profissional existe e precisa ser posto em prática”, analisou o também professor titular aposentado de Ecologia da USP, hoje com 89 anos.
A fragilização de reserva legal e áreas de proteção permanente (APPs), a anistia aos desmatamentos ilegais cometidos até julho de 2008, a redução dos poderes do Conama e a suspensão das restrições de crédito para desmatadores, entre outros aspectos, são os principais pontos de críticas dos ex-ministros do Meio Ambiente ao substitutivo.
Eles anunciaram, para esta segunda, reuniões com os presidentes do Senado e da Câmara, José Sarney e Marco Maia, e nesta terça-feira (24/5), com a presidente Dilma Rousseff. Será entregue carta pedindo o adiamento da votação das mudanças no Código Florestal e a discussão de um texto com base na ciência, que contemple os interesses da sociedade e não atenda apenas às vontades dos grandes proprietários de terra, como ocorre no atual substitutivo apresentado por Aldo Rebelo.
Assinaram a carta os seguintes ex-ministros: Carlos Minc (2008-2010), Marina Silva (2003-2008), José Carlos Carvalho (2002-2003), José Sarney Filho (1999-2002), Gustavo Krause (1995-1999), Henrique Brandão Cavalcanti (1994-1995), Rubens Ricupero (1993-1994), Fernando Coutinho Jorge (1992-1993), José Goldemberg (1992) e Paulo Nogueira Neto (1973-1985). Gustavo Krause e José Goldemberg não puderam comparecer à reunião desta segunda-feira (23/5) na Câmara dos Deputados.
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